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Se sempre que ouves falar de HIV te parece “chinês Se sempre que ouves falar de HIV te parece “chinês”, talvez seja boa ideia esclarecer alguns conceitos.

Hoje falamos do termo “latência”.

No contexto do HIV, a latência ocorre, regra geral, nos primeiros anos da infeção. Refere-se também ao período em que o HIV já integrou o seu genoma no ADN de uma célula, mas ainda não começou a replicar-se.

Um dos principais desafios para a cura do HIV é precisamente este: o vírus pode permanecer “escondido” e inativo (latente) dentro de certas células do sistema imunitário durante meses ou até anos.

Em geral, uma infeção viral latente não provoca sintomas visíveis e pode manter-se durante longos períodos antes de se tornar ativa. No caso do HIV, esta latência explica a existência de reservatórios virais que podem persistir no organismo mesmo com tratamento antirretroviral.

Referência: 
U.S. Department of Health and Human Services. (s.f.). Agentes revertidores de la latencia. ClinicalInfo HIV.

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Se já participaste em sessões de chemsex, é possív Se já participaste em sessões de chemsex, é possível que tenhas estado exposto/a a situações de risco em relação a infeções como a infeção por HIV, para além de outros riscos físicos e psicológicos.

Para além do impacto na saúde sexual, com o aumento do risco de aquisição de IST, o uso frequente deste tipo de substâncias para manter relações sexuais pode também levar à diminuição do interesse por relações sem consumo de substâncias. A isto somam-se os riscos associados ao próprio consumo, incluindo dependência, overdose e impacto na vida social.

Se, ainda assim, decidires participar numa sessão de chemsex, é importante adotar medidas para reduzir os riscos.

Referência:
DOCUMENTO TÉCNICO ABORDAJE DEL FENÓMENO DEL CHEMSEX. ANEXO. Reducción de riesgos en chemsex

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Ser quem és nunca deveria implicar medo, rejeição Ser quem és nunca deveria implicar medo, rejeição ou violência. 

Ainda assim, muitas pessoas LGBTIQ+ continuam a enfrentar discriminação no dia a dia: na rua, no trabalho, em casa ou até em espaços que deveriam ser seguros.

Acabar com estas situações é responsabilidade de todxs.
 
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Desde que surgiram os primeiros casos de HIV na dé Desde que surgiram os primeiros casos de HIV na década de 80, os ecrãs tiveram um papel fundamental na forma como as pessoas entendem e encaram a realidade do vírus.

No início, o cinema e a televisão refletiam a incerteza do momento. As personagens com HIV eram frequentemente retratadas como marginalizadas, “punidas” pelo seu estilo de vida ou como figuras trágicas sem esperança. Estas representações não só aumentavam o estigma, como também alimentavam o medo e a falta de informação sobre o vírus.

Talvez por isso existam relativamente poucas séries e filmes que abordem o HIV.

Hoje deixamos uma recomendação icónica: Philadelphia (1993), de Jonathan Demme.

Apesar de algumas críticas ao seu tom considerado “suave”, a verdade é que abriu caminho a muitas outras representações sobre a infeção por HIV. Não foi o primeiro filme a abordar o tema, mas foi o mais mediático, contando com atuações de Tom Hanks, Denzel Washington e Antonio Banderas.

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PT-UNB-0886 | março 2024

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