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Se já participaste em sessões de chemsex, é possív Se já participaste em sessões de chemsex, é possível que tenhas estado exposto/a a situações de risco em relação a infeções como a infeção por HIV, para além de outros riscos físicos e psicológicos.

Para além do impacto na saúde sexual, com o aumento do risco de aquisição de IST, o uso frequente deste tipo de substâncias para manter relações sexuais pode também levar à diminuição do interesse por relações sem consumo de substâncias. A isto somam-se os riscos associados ao próprio consumo, incluindo dependência, overdose e impacto na vida social.

Se, ainda assim, decidires participar numa sessão de chemsex, é importante adotar medidas para reduzir os riscos.

Referência:
DOCUMENTO TÉCNICO ABORDAJE DEL FENÓMENO DEL CHEMSEX. ANEXO. Reducción de riesgos en chemsex

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Ser quem és nunca deveria implicar medo, rejeição Ser quem és nunca deveria implicar medo, rejeição ou violência. 

Ainda assim, muitas pessoas LGBTIQ+ continuam a enfrentar discriminação no dia a dia: na rua, no trabalho, em casa ou até em espaços que deveriam ser seguros.

Acabar com estas situações é responsabilidade de todxs.
 
PT-UNB-1377
Desde que surgiram os primeiros casos de HIV na dé Desde que surgiram os primeiros casos de HIV na década de 80, os ecrãs tiveram um papel fundamental na forma como as pessoas entendem e encaram a realidade do vírus.

No início, o cinema e a televisão refletiam a incerteza do momento. As personagens com HIV eram frequentemente retratadas como marginalizadas, “punidas” pelo seu estilo de vida ou como figuras trágicas sem esperança. Estas representações não só aumentavam o estigma, como também alimentavam o medo e a falta de informação sobre o vírus.

Talvez por isso existam relativamente poucas séries e filmes que abordem o HIV.

Hoje deixamos uma recomendação icónica: Philadelphia (1993), de Jonathan Demme.

Apesar de algumas críticas ao seu tom considerado “suave”, a verdade é que abriu caminho a muitas outras representações sobre a infeção por HIV. Não foi o primeiro filme a abordar o tema, mas foi o mais mediático, contando com atuações de Tom Hanks, Denzel Washington e Antonio Banderas.

PT-UNB-1377
Nos últimos 40 anos, os tratamentos para a infeção Nos últimos 40 anos, os tratamentos para a infeção por HIV tornaram-se mais simples, eficazes e com menos efeitos adversos.

A adesão não se resume apenas à medicação, envolve também seguir orientações sobre hábitos de vida e cuidados definidos pelo  profissional de saúde.

Quem segue o tratamento e mantém o vírus indetetável não o transmite por via sexual, podendo levar uma vida semelhante à de qualquer outra pessoa.

Pode parecer que o caminho já está feito… mas não é bem assim. A infeção por HIV é complexa, influenciada por vários fatores sociais, onde o estigma ainda tem um peso significativo. Tudo isto pode afetar a adesão ao tratamento.

 

Referência:

‘Documento de consenso para mejorar la adherencia a la farmacoterapia en pacientes con infección por el virus de la inmunodeficiencia humana en tratamiento antirretroviral. ' Actualización febrero 2020. Grupo de Estudio de Sida / SEIMC

 

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PT-UNB-0886 | março 2024

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